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Governo atende reivindicação da Frente SP-AGRO e mantém benefícios de ICMS também para hortifrútis e energia rural

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Após atender o pleito para excluir os insumos agrícolas do decreto que retirou benefícios fiscais no Estado, o governador João Doria atendeu mais uma reivindicação da Frente Parlamentar SP-AGRO – em conjunto com o Fórum do Agronegócio Paulista e entidades do setor – e vai manter também as isenções a hortifrutigranjeiros e energia rural. O propósito de todas essas negociações encabeçadas pela Frente é de que não haja alteração em nada que se refira a alimentos, o que impactaria diretamente a população.

 

“O governador está sendo sensível com o impacto que a elevação do ICMS nos alimentos vai provocar na vida das pessoas, principalmente na mesa dos mais humildes”, diz o deputado Itamar Borges, presidente da Frente Parlamentar do Agronegócio Paulista, a SP-AGRO, um dos principais interlocutores das tratativas que envolvem o vice-governador Rodrigo Garcia, o secretário de Agricultura, Gustavo Junqueira, a equipe da Secretaria da Fazenda, e também os deputados Carlão Pignatari, Barros Munhoz, Fernando Cury e Reinaldo Alguz e lideranças de entidades do setor, como o presidente do Fórum do Agronegócio, Edivaldo Del Grande. “Reuniões que chegaram a envolver o próprio governador nas quais representamos todos os colegas da Frente Parlamentar SP-AGRO”, acrescenta Itamar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“O nosso objetivo e que estamos pleiteando desde o início com o governo é que o agro fique 100% de fora da reforma fiscal que o governo está fazendo”, acrescenta Itamar, que segue com as tratativas em favor do agronegócio paulista dentro da reforma.

 

 

 

 

“Mais do que beneficiar os produtores, reduzir a carga tributária para os alimentos, composta por uma extensa cadeia produtiva, ajuda a população como um todo no momento tão difícil que atravessamos”, acrescenta o deputado, que elogia a disposição do governador Doria e do vice Rodrigo para dialogar e rever posições, ampliando a rede de benefícios de ICMS, inicialmente previstos apenas para produtos da cesta básica e medicamentos.

 

 

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