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Como elaborar projetos de pesquisa para pequenas empresas

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Este foi o objetivo do encontro realizado em 27 de março na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), intitulado “Diálogo sobre Apoio à Pesquisa para Inovação na Pequena Empresa”, que reuniu 150 empreendedores na sede da instituição em São Paulo.

 

O encontro foi uma oportunidade para que as empresas interessadas em apresentar projetos ao Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) esclareçam dúvidas antes do encerramento do prazo do 2º Ciclo de Análise de Propostas do Programa, no dia 29 de abril de 2019. Planeja-se a realização de um encontro semelhante em Araçatuba, dia 24 de abril.

 

O deputado Itamar Borges, presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (Frepem) e da Comissão de Atividades Econômicas da Assembleia Legislativa, acompanhado de Silverio Crestana, consultor da Frepem, estiveram presentes e foram recebidos pelos diretores Carlos Pacheco e Carlos Henrique de Brito Cruz. Em seguida, participaram do encontro coordenado pelos professores Américo Martins Craveiro, Lucio Agnes e Douglas Eduardo Zampieri.

 

Para o parlamentar, a atuação da Fapesp é exemplar e mostra como a pesquisa pode contribuir para a criação de empresas que geram inovações, empregos e renda.

 

“No ano passado, esse programa da Fapesp atendeu 250 empresas, o equivalente a uma empresa a cada dia útil do ano. Hoje lançamos o desafio de avançar mais, e duplicar o número de empresas atendidas nos próximos anos”, Itamar Borges

 

Ampliar segmentos atendidos

 

Borges também propôs a criação de outras frentes para o programa, como na área de serviços, por exemplo, no turismo: “O governo do Estado incentiva os Municípios de Interesse Turístico (MTIs) – são 140 atualmente – e esses municípios precisam identificar suas vocações, capacitar os receptivos, desenvolver produtos e conectarem-se às grandes redes. Penso que a Fapesp poderia apoiar a pesquisa sobre metodologias de capacitação, plataformas e aplicativos para atendimento ao turista, e outras iniciativas, que certamente impactarão a economia do interior do Estado”.

 

O PIPE apoia, com recursos não reembolsáveis, a realização de pesquisa científica e/ou tecnológica em empresas com até 250 empregados, sediadas no Estado de São Paulo. Os projetos deverão ser desenvolvidos por pesquisadores com vínculo empregatício com a empresa ou a elas associados para sua realização.

 

As propostas podem ser desenvolvidas em duas etapas. A Fase 1, de demonstração da viabilidade tecnológica do produto ou processo, tem duração máxima de nove meses e recursos de até R$ 200 mil. A Fase 2, de desenvolvimento do produto ou processo inovador, tem duração máxima de 24 meses e recursos de até R$ 1 milhão.

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